Página para profissionais de psicologia.

Humor

EPDS: Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS)

O EPDS (Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS)) é aplicado por profissionais de psicologia para apoiar o acompanhamento clínico. Esta página descreve o instrumento; a aplicação, o registro das respostas e a leitura do resultado ficam dentro do Enquadre, com link enviado ao paciente.

O que mede

Rastreio de depressão perinatal (gestação e pós-parto), últimos 7 dias. 0–30. Cortes de Santos et al. 2007 (Coorte de Pelotas): acima de 10 rastreia depressão (sensibilidade 82,6%), acima de 11 rastreia quadro moderado/grave (sensibilidade 83,8%), acima de 13 é o corte diagnóstico usado no estudo (especificidade 88,4%, válido só onde a prevalência de depressão pós-parto é de ~20–25%).

Itens
10
Pontuação máxima
30

Opções de resposta

  • 3 · Sim, na maioria das vezes
  • 2 · Sim, algumas vezes
  • 1 · Não muitas vezes
  • 0 · Não, nenhuma vez

Itens

10 itens. A redação completa não é reproduzida aqui por causa da licença do instrumento (veja abaixo); a aplicação acontece dentro do sistema, com o texto oficial.

Pontuação e faixas

FaixaInterpretação
010Abaixo do corte de rastreio (Santos et al. 2007: > 10) (Dentro do esperado)
1111Rastreio positivo para depressão pós-parto (> 10) (Leve)
1213Compatível com quadro moderado a grave (> 11) (Moderado)
1430Acima do corte diagnóstico (> 13): avaliar e encaminhar (Grave)

Citação e licença

Cox JL, Holden JM, Sagovsky R. Br J Psychiatry 1987;150:782-786 (instrumento original). Versão em português e cortes usados aqui: Santos IS et al. Validação da Escala de Depressão Pós-natal de Edimburgo (EPDS) em uma amostra de mães da Coorte de Nascimentos de Pelotas, 2004. Cad Saúde Pública 2007;23(11):2577-2588, Tabela 1 (redação dos 10 itens e das opções de resposta) — corte > 10 para rastreio (sensibilidade 82,6%), > 11 para quadro moderado/grave (sensibilidade 83,8%), > 13 diagnóstico (especificidade 88,4%, válido para prevalência de depressão pós-parto de ~20–25%).

Reprodução livre com citação integral da fonte (Cox, Holden & Sagovsky, 1987); versão brasileira validada em artigo de acesso aberto (Santos et al. 2007, Cad Saúde Pública).

Pontuações são um apoio. A interpretação clínica é do profissional.

Aplique o EPDS por link ao paciente e veja a evolução.

Testar grátis

Ver todas as escalas